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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Criado o Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão em Zonas Habitadas

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Comunicado: "Informamos que foi criado oficialmente no dia 27/05/2008 na Conservatória Registo Comercia de Lisboa e com o NIPC 508591546 o MOVIMENTO NACIONAL CONTRA AS LINHAS ALTA TENSÃO EM ZONAS HABITADAS.
O referido movimento engloba as populações de Sintra, Odivelas, Almada, Seixal, Batalha, Penafiel, Silves, Amadora e Guimarães. Nesse sentido, no próximo sábado dia 14 de Junho de 2008, pelas 16h00, vai realizar-se um protesto contra as linhas de alta tensão, em Serzedelo – Guimarães com inicio na Casa do Povo local, sito no Largo do Calvário, por de trás do cemitério,
Para o primeiro protesto foi escolhida a localidade de Serzedelo em virtude de ali existirem muitas linhas de alta tensão por cima das casas e haver pelo menos 80 pessoas com cancro. Vão estar presentes cerca de 200 moradores de todas as localidade do Movimento Nacional.
Um pouco antes do referido protesto irá realizar-se uma reunião da Coordenadora do movimento, onde se irá definir os próximos eventos e protestos a realizar, e que de seguida serão divulgados a comunicação social."

quinta-feira, 10 de abril de 2008

«Escola não quer postes de alta tensão à porta»

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No Jornal de Notícias: "O Ministério da Educação tem de retirar os postes de alta tensão que existem na Escola Básica 2,3 de Pinhal de Frades, Seixal, e dotar aquele estabelecimento de um pavilhão gimnodesportivo, exigem os autarcas e a associação de pais. As duas questões são levantadas pela comunidade educativa desde a inauguração da escola em 1995. "Não tinha nenhum sentido construir uma escola com cabos de alta tensão, independentemente de poder ser assegurado que não há nenhum problema directo para a saúde das pessoas", salientou ao JN o presidente da Câmara do Seixal, Alfredo Monteiro, referindo que a solução passa pelo desvio dos postes de alta tensão ou pelo enterramento dos cabos." [notícia integral]

segunda-feira, 10 de março de 2008

Protestos contra a Alta Tensão regressam a Lisboa

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O Movimento Nacional contra as Linhas de Alta Tensão nas zonas urbanas realiza esta quarta-feira, dia 12, pelas 15 horas, novo protesto junto ao Ministério da Economia, na Rua da Horta Seca (largo Camões) em Lisboa. O protesto reúne moradores de Guimarães e de Almada e terá ainda presente uma pequena delegação de moradores de Sintra, bem como Fátima Campos, presidente da Junta de Freguesia do Monte Abraão. Segundo os organizadores, a concentração marcará "o inicio de um novo ciclo de protestos, que terminará com uma manifestação de nível nacional, com data ainda a marcar e com a presença de moradores de Sintra, Guimarães, Almada, Seixal, Odivelas, Silves, Setúbal, Rebordosa (Porto) Amadora e Batalha".

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Comunicado do Grupo de Cidadãos contra a Linha de Muito Alta Tensão em Almada

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AFINAL, O QUE PRETENDE A CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA FAZER?

Na sequência do protesto realizado na passada quarta-feira, dia 12 de Dezembro, junto do Ministério da Economia e da Inovação, acção que reuniu cerca de 50 cidadãos do concelho de Almada, a Câmara Municipal presidida por Maria Emília de Sousa fez saber, através de um comunicado de imprensa assinado pelo Presidente da Assembleia Municipal de Almada, José Almeida, que a CDU não votará favoravelmente a cedência de terrenos à Redes Energéticas Nacionais, S.A. (REN)

Esta pretensa atitude, que desde já louvamos, manifesta-se porém insuficiente para a garantia da saúde dos munícipes e da qualidade ambiental do concelho.

O Grupo de Cidadãos contra a Linha de Muito Alta Tensão em Almada apresentar-se-á nas sessões da Assembleia Municipal de 17 e 19 de Dezembro, com o objectivo de fazer ouvir as suas preocupações e apelar aos diversos órgãos autárquicos presentes que diligenciem no sentido da imediata suspensão da construção da Linha de Muito Alta Tensão 150kv Fernão Ferro/Trafaria 2.

Na sessão que hoje se realiza, por volta das 21h, os cidadãos irão reclamar que a edilidade almadense esclareça que medidas adoptou, ou pretende adoptar, para que as entidades competentes na matéria procedam à realização de estudos para um traçado alternativo, ou mesmo o enterramento da linha nas zonas de maior densidade urbana, assim como que exija junto dos respectivos organismos um verdadeiro estudo de impacte ambiental que tome em consideração a situação actual do traçado e seus efeitos.

Não aprovar a cedência de terrenos à REN não impede, por si só, a implantação do traçado previsto. Os cidadãos exigem que a Câmara Municipal de Almada recorra a todos os mecanismos que tiver ao seu alcance para tal impedir. Estará a autarquia disponível para agir? Ou preferirá, tal como o município de Sintra, e sabendo-se da confortável situação financeira da edilidade presidida por Maria Emília de Sousa, promover o enterramento da linha, de modo a minimizar os efeitos das radiações electromagnéticas sobre as populações? Optará a Câmara Municipal por recorrer aos meios judiciais, dada a falência das negociações políticas? Estará a autarquia aberta a debater, efectivamente, com os cidadãos uma melhor solução?

São estas as questões que o Grupo de Cidadãos contra a Linha de Muito Alta Tensão em Almada irá colocar na sessão da Assembleia Municipal de Almada, esperando, desta vez, obter resposta.

Grupo de Cidadãos contra a Linha de Muito Alta Tensão em Almada

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

«Moradores manifestam-se no ministério pela suspensão das obras da linha»

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No Margem SUl: "Cerca de três dezenas de moradores de Almada e Seixal manifestaram-se na passada quarta-feira em frente ao ministério da Economia contra a instalação da linha de muito alta tensão que ligará Fernão Ferro (Seixal) à Trafaria (Almada). Motivados pelos resultados alcançados na passada semana pela população de Silves, a quem, após protestos em frente ao ministério, foi prometido um traçado alternativo, os habitantes de Almada esperam resultados semelhantes." [notícia integral]

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

«Protestos contra alta tensão chegam ao Seixal»

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No Correio da Manhã: "Moradores da freguesia da Amora, no concelho do Seixal, aderiram à contestação da população da Margem Sul à linha de alta tensão entre Fernão Ferro (Seixal) e Trafaria (Almada), que deverá entrar em funcionamento a partir de 2009. No sábado os moradores decidiram criar uma comissão para avançar com uma acção judicial conjunta contra a Redes Energéticas Nacionais (REN). Bruno Silva, morador na Quinta de São Macário, uma das zonas afectadas, disse que a queixa em tribunal avançará "antes do fim do ano", estando os custos do processo calculados em dez mil euros." [notícia integral]

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

«SEIXAL - PERIGO, ALTA-TENSÃO NA ESCOLA»

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No blogue a-sul: "O perigo é tão antigo quanto a Escola Básica (2+3) de Pinhal dos Frades no Seixal, o tema foi já aqui abordado e tem envolvido a comunidade educativa, alunos , professores, pais ... as respostas são como as do fundo musical, dignas de verdadeiros "poetas de karaoke" ...
E o perigo potencial e real é um cabo de alta tensão que atravessa diametralmente a área de uma escola com mais de mil alunos, o perigo que muitos tentam escamotear é o das radiações emitidas por aqueles equipamentos e que comprovadamente , potencialmente ou mais do que isso, provoca leucemias (negada por alguns) , mas também e esse bem real, é o de electrocussão em contacto com os postes, de queda de um cabo sobre uma zona cheia de crianças, ou de potenciar a queda de raios no caso de trovoada, numa zona escolar.
As respostas na resolução de um tal problema são sempre descartáveis, por um lado a autarquia que cedeu o terreno (certamente por este não ter valor...porque atravessado por alta tensão) lava daí as suas mãos, a REN (Rede Elécrica Nacional) aponta custos elevados para aplicar a opção subterrânea na travessia da escola... por parte do Ministério da Educação , não houve qualquer compromisso, estudo ou proposta ao longo de mais de dez anos..." [post integral]

terça-feira, 15 de novembro de 2005

Nós Por Cá: «Tudo a postes»

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Na SIC: "Não é novidade que, em Portugal, é vulgar encontrar postes nos locais mais inesperados ou impróprios. No meio do passeio, no meio da estrada, dentro de jardins e quintais... No entanto, mesmo que pense que já viu tudo sobre postes fora do sítio, vale a pena, mais uma vez, dar atenção a estas situações que... só por cá." [notícia completa]

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

«Seixal: Escola no meio de pinhal, cabos de média tensão e gasolina»

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No Correio da Manhã: "Pinhal de Frades vai ter um posto de combustível – ficará localizado no meio de pinheiros, por baixo de cabos de média tensão e a poucos metros de uma escola do 2.º e 3.º Ciclo e de um colégio privado. Aos alunos, professores e funcionários da EB23 de Pinhal de Frades já não bastava os riscos de ter um poste de média tensão encostado à vedação e os cabos a atravessar todo o recinto – a Câmara Municipal do Seixal autorizou agora a construção de um posto de combustível a dez metros da vedação do estabelecimento de ensino, mesmo encostado a um pinhal. E nas traseiras do futuro posto está o Colégio Atlântico, que recebe crianças desde a creche ao 5.º ano de escolaridade." [notícia integral]

quarta-feira, 15 de junho de 2005

«Linhas de alta tensão fomentam leucemia infantil»

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No blogue A-Sul: "A Escola 2+3 de Pinhal dos Frades, Seixal foi construida debaixo de uma linha de Alta Tensão. [...]
Da Revista Sábado de 9 de Junho de 2005 : «Se vive próximo de torres de alta tensão tenha cuidado com as suas crianças. Porquê? Segundo um estudo que acabou de ser publicado no British Medical Journal , as crianças que moram num raio de 200 metros relativamente a um ambiente desse tipo têm mais 70% de possibilidades de contrair leucemia infantil.»
Mais um estudo a somar a tantos outros a alertar para esta correlação entre os campos electromagnéticos gerados pelas linhas de alta tensão e determinadas doenças no homem, principalmente em crianças e jovens. No Seixal aquele terreno foi cedido pela Câmara por ter pouco valor patrimonial pelo atravessamento do cabo de Alta-Tensão, o Estado construiu e a Rede Eléctrica Nacional diz ser agora muito oneroso fazer o atravessamento subterrâneo daquelas linhas na área da escola. [...]" [post integral]

sexta-feira, 18 de maio de 2001

«Escola de Pinhal de Frades sob alta tensão»

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No Setúbal na Rede: "A Escola Básica 2, de Pinhal de Frades, no Seixal, vive junto a um poste de alta tensão e é sobrepovoada por cabos eléctricos. Um facto que tem vindo a provocar os protestos da comunidade educativa. Tanto a autarquia, que cedeu o terreno, como a Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), que construiu a escola, afirmam ter levantado questões de segurança mas, mesmo assim, a obra avançou.
Há anos que os professores receiam pela segurança de quem utiliza aquela escola. Segundo Aurora Tavares, do Conselho de Executivo, "os técnicos da DREL ficaram perplexos quando viram o poste junto à rede da escola". E a preocupação com a segurança neste estabelecimento de ensino é tanta que a comunidade escolar tem lembrado o caso ocorrido há anos atrás na Escola Manuel Cargaleiro, também no Seixal. "Uma criança morreu electrocutada quando subiu ao poste de alta tensão nas imediações da escola", refere Teresa Ferreira, Presidente do Conselho Executivo. Entretanto, fonte da EDP já declinou eventuais responsabilidades, alegando que "as linhas de alta tensão já existiam antes da construção da escola". Por seu lado, o vereador do Ambiente, Luís Rodrigues, defende que se a Câmara "teve uma atitude incorrecta ao propor este terreno à DREL", o Ministério da Educação também terá culpas 'no cartório' pois "é um erro ter uma escola sob cabos de alta tensão".[notícia integral]