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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

«Alta Tensão na Ribeira Brava preocupa candidata da CDU»

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No Diário de Notícias da Madeira: "A candidata da CDU à Assembleia da República pediu hoje a intervenção da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para averiguar a instalação de novos corredores de Alta Tensão em vários sítios da Ribeira Brava. Isabel Cardoso recorda que a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece os impactos negativos da Alta Tensão para a saúde humana. A candidata exige que a saúde das populações seja acautelada." [notícia integral]

terça-feira, 11 de março de 2008

«Estudos sobre perigos de muita alta tensão não são claros»

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Na RTP: "Apesar da polémica sobre as linhas de alta tensão não há ainda estudos que sustentem uma relação directa entre a proximidade das linhas e uma maior mortalidade." [vídeo]

quarta-feira, 5 de março de 2008

«As linhas de alta tensão são prejudiciais para a minha saúde?»

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No SOS Consumidor, da DECO: "De acordo com estudos realizados por diversas entidades, entre as quais a Organização Mundial de Saúde, existe uma maior incidência de doenças (nomeadamente, doenças cancerígenas, como a leucemia) em populações que vivem junto a cabos de alta tensão. Contudo, não está provado que tal se deva exactamente aos cabos de alta tensão.
Como precaução, tem sido proposto que os cabos sejam subterrâneos em vez de aéreos, que se criem cordões de segurança em redor das zonas habitacionais, para que não sejam atravessadas pelos cabos, e, ainda, que se construam as linhas de modo que os campos magnéticos por elas gerados sejam de fraca intensidade.
Da parte das populações, é aconselhável que evitem habitar em casas situadas por debaixo das linhas de alta tensão e que procurem inscrever os filhos em escolas afastadas de cabos com estas características." [artigo integral]

domingo, 2 de março de 2008

«Linha sem risco para saúde»

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No Correio da Manhã: "A exposição a longo prazo aos campos electromagnéticos, emitidos abaixo dos valores referidos por lei não representam um perigo para a saúde, garante Emile Van Deventer, coordenadora do Programa Internacional sobre Campos Electromagnéticos da Organização Mundial de Saúde.Emile Van Deventer participou no simpósio BioCEM, organizado pela Universidade de Lisboa, no qual foi revelado que alguns electrodomésticos produzem um campo magnético maior – a uma distância de 30 centímetros de uma pessoa – do que uma linha de alta tensão de 220 Kv, colocada num poste com 30 metros de altura." [notícia integral]

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Comunicado: «REN responde ao deputado Francisco Louçã»

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Em declarações à comunicação social o deputado Francisco Louçã acusou ontem a REN de não cumprir os níveis recomendados pela Organização Mundial de Saúde no transporte de energia.
Esta é uma acusação grave, uma vez que insinua que a actividade da REN pode por em causa a segurança dos cidadãos.
Todas as linhas da REN operam com níveis muito inferiores aos limites impostos pela legislação portuguesa, cumprindo escrupulosamente as recomendações da União Europeia e da Organização Mundial de Saúde sobre o transporte de energia, como é prática comum noutras países.
As linhas da REN são monitorizadas. Os resultados de todas as leituras, realizadas por laboratórios nacionais e internacionais, são públicos e encontram-se disponíveis em www.ren.pt
O transporte de energia é uma actividade fundamental para o desenvolvimento do país. A segurança desse transporte e o bem-estar dos cidadãos são as únicas prioridades deste concessionário de serviço público.

«PS chumba projecto de lei do BE sobre corredores específicos para linhas eléctricas»

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No Barlavento: "O PS chumbou hoje no Parlamento o projecto de lei do Bloco de Esquerda que propunha corredores específicos para a instalação de linhas eléctricas para minimizar efeitos de exposição à radiação electromagnética. A proposta obteve os votos favoráveis do BE, PCP e PEV e a abstenção do PSD e do CDS-PP. O projecto de lei defendia a adopção do princípio da precaução face aos relatórios científicos que apontam riscos para a saúde relacionada com a exposição a campos electromagnéticos, sobretudo o aumento de leucemia infantil, aprovando limites baseados nas recomendações da Organização Mundial de Saúde." [notícia integral]

Outras notícias
Diário Digital: Alta tensão: PS chumba projecto de lei do BE
PÚBLICO: PS chumba projecto de lei do BE sobre corredores específicos para linhas eléctricas

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

«Especialista da OMS não valoriza efeitos de campos electromagnéticos»

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Comunicado da REN: "Emilie van Deventer, investigadora na área dos campos electromagnéticos e representante da Organização Mundial de Saúde garantiu ontem que os actuais níveis de emissão das linhas de transporte são seguros. A posição da OMS é de que não existem provas conclusivas de que os CEMs sejam prejudiciais. Por essa razão, Emilie Van Deventer defende uma constante monitorização e investigação sobre o tema insistindo ainda para que as operadoras mantenham os actuais níveis de emissão.
Os conteúdos multimédia deste evento estão disponíveis em www.lisboamediacenter.net, onde poderá encontrar:
* Vídeo e áudio MP3
Declarações do Eng.º Jorge Marçal Liça - Responsável da Divisão de Equipamento e Director da REN
Declarações de Emilie Van Deventer – Especialista da OMS
* Fotos do evento

terça-feira, 31 de julho de 2007

CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS E SAÚDE PÚBLICA: Exposição a Campos de Frequência Extremamente Baixa

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Brochura 322/Julho de 2007 da Organização Mundial de Saúde: "O uso da electricidade tornou-se parte integral do nosso quotidiano. Sempre que há um fluxo de electricidade, campos eléctricos e magnéticos são criados nas proximidades dos condutores eléctricos e nas proximidades de equipamentos eléctricos. Desde o final dos anos setenta foram levantados questionamentos se a exposição a campos eléctricos e magnéticos (EMF na sigla em inglês), de frequência extremamente baixa (ELF na sigla em inglês), produzem consequências adversas para a saúde. A partir daí muito se pesquisou, resolvendo com sucesso importantes questões e estreitando o foco para pesquisas futuras. Em 1996, a Organização Mundial de Saúde (OMS) implantou o Projecto Internacional de Campos Electromagnéticos para investigar os potenciais riscos para a saúde associados a tecnologias emissoras de EMF. Um Grupo de Trabalho da OMS recentemente concluiu uma resenha das implicações para a saúde dos campos de baixa freqüência (OMS, 2007). Este "Fact Sheet" é fundamentado nas conclusões deste Grupo de Trabalho e actualiza recentes resenhas sobre efeitos na saúde de ELF EMF publicados em 2002 pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), estabelecida sob os auspícios da OMS, e pela Comissão Internacional de Protecção Contra Radiações não Ionizantes (ICNIRP) em 2003." [documento integral em pdf]

terça-feira, 19 de junho de 2007

«OMS alerta para risco de campos eletromagnéticos»

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No Portal Terra: "A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou hoje a aplicação de medidas que reduzam a exposição aos campos electromagnéticos, embora tenha lembrado que não foram demonstrados os efeitos negativos que uma exposição prolongada pode ter sobre a saúde. O Comité Assessor Internacional da OMS realizou na segunda-feira e hoje sua 22ª reunião em Genebra, da qual participaram cerca de 50 especialistas de países como Peru, Reino Unido, Alemanha e África do Sul. O organismo recomendou que, assim que forem construídos novos equipamentos e aparelhos, incluindo os electrodomésticos, sejam exploradas novas formas para reduzir a exposição aos campos electromagnéticos. No entanto, a OMS lembrou que as pesquisas não conseguiram estabelecer uma relação de causa e efeito entre a exposição aos campos eléctricos de baixa freqüência e doenças como a leucemia infantil e patologias neuronais e cardiovasculares." [notícia integral]

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Moção do Bloco de Esquerda aprovada por unanimidade na Assembleia Metropolitana de Lisboa

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ASSEMBLEIA METROPOLITANA DE LISBOA
MOÇÃO
Linhas de Alta Tensão
Nos últimos anos, a preocupação com a instalação de Linhas de Alta Tensão e Muito Alta Tensão levou a que diversas populações da zona da Grande Lisboa se tenham oposto à implementação destas estruturas junto das suas residências, exigindo das autoridades competentes uma maior preocupação com a sua saúde e qualidade de vida.
Apesar de fundamentais para o transporte de energia eléctrica para os grandes centros urbanos, estas estruturas têm associadas, ao seu funcionamento, uma série de impactes negativos que põem seriamente em causa a qualidade de vida das populações residentes nas suas imediações, nomeadamente pela exposição permanente ao ruído e às radiações electromagnéticas a par do grande impacte visual que provocam.
No que respeita à exposição a radiações electromagnéticas, várias são as entidades internacionais (como a OMS – Organização Mundial de Saúde, entre outras) que têm vindo a alertar para os efeitos que estas possam ter sobre a saúde das pessoas.
Assim, considerando:
a) A inadequação da legislação nacional face a medidas que regulem a instalação deste tipo de estruturas em zonas urbanas;
b) Que existe, sobre esta matéria, um princípio de precaução, aprovado em 1992 na Cimeira do Rio, segundo o qual "na ausência da certeza científica formal, a existência de um risco ou dano sério ou irreversível requer a implementação de medidas que possam prever este dano";
c) Que de acordo com os estudos da Organização Mundial de Saúde, existe uma relação entre a instalação deste tipo de estruturas e o aumento de incidência de algumas doenças do foro oncológico em populações que habitam no seu redor;
d) A desvalorização patrimonial a que fica sujeito o edificado envolvente a estas estruturas;
e) A existência, em algumas situações, de soluções alternativas (técnicas e de percurso) - nomeadamente a passagem destas estruturas por zonas despovoadas ou o seu enterramento - que atenuam e/ou evitam os impactos negativos sobre a saúde das populações e o património natural e edificado;
f) Os diversos processos de luta contra a instalação de linhas de alta tensão e muito alta tensão em zonas urbanas que têm decorrido nos últimos anos no território da Grande Área Metropolitana de Lisboa.
O Grupo Metropolitano do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia Metropolitana de Lisboa, na sua sessão ordinária de 26 de Abril de 2007, delibere:
1. Afirmar a sua preocupação com a instalação de Linhas de Alta Tensão e de Muito Alta Tensão em zonas urbanas, pelo risco (presumido) que estas estruturas representam para a saúde e qualidade de vida das populações;
2. Solidarizar-se com as populações que lutam contra a instalação deste tipo de estruturas em zonas urbanas;
3. Recomendar ao Governo e à Rede Eléctrica Nacional que sejam reapreciados os projectos, concluídos e em execução, de instalação de linhas de Alta Tensão e Muito Alta Tensão, afastando o seu traçado das zonas urbanas consolidadas e/ou aplicando soluções técnicas que sejam menos danosas para a população (garantindo a sua menor exposição às Radiações Electromagnéticas);
4. Recomendar ao Governo e à REN que as medidas alternativas, citadas no parágrafo anterior, sejam, também, reflectidas e adoptadas em futuros projectos de linhas de Alta Tensão e Muito Alta Tensão;
5. Enviar esta moção aos senhores Ministros do Ambiente, da Economia e Saúde, aos partidos representados na Assembleia da República, à REN, às Câmaras Municipais e Assembleias Municipais da Grande Área Metropolitana de Lisboa.
O Grupo Metropolitano do Bloco de Esquerda
[Aprovada por Unanimidade]