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quinta-feira, 8 de junho de 2017

'Linhas de alta tensão enterradas têm valores eletromagnéticos superiores'

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Na RTP (via Lusa): "As linhas elétricas de alta tensão enterradas têm um impacto positivo na perceção do risco, mas os valores "de campo magnético à superfície são superiores face aos que se verificam em linhas aéreas", de acordo com especialistas. De acordo com o relatório do grupo de trabalho para os campos eletromagnéticos, que se encontra em discussão pública, enterrar linhas de alta e de muita alta tensão (AT/MAT) traduz-se "tipicamente em valores de campo magnético à superfície que são superiores face aos que se verificam em linhas aéreas", não sendo a opção "adequada para o propósito da redução da exposição". No relatório, o grupo destaca ainda que o custo de enterrar de linhas "é tipicamente entre 13 a 20 vezes mais elevado". [notícia integral]

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Projeto Linhas de Muito Alta Tensão (LMAT) e Postes de Corte da Iberdrola na Região do Alto Tâmega (reformulação dos projetos iniciais) - AIA 2769

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Nos termos e para efeitos do preceituado no Decreto-Lei n.º 151-B/2013 de 31 de outubro, a Agência Portuguesa do Ambiente, enquanto Autoridade de Avaliação de Impacte Ambiental, informa que o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) encontra-se disponível para ser consultado, de 2014-09-05 a 2014-10-02, nos seguintes locais: Agência Portuguesa do Ambiente; Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte; Câmaras Municipais de Cabeceiras de Basto, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena. O EIA encontra-se, também, disponível aqui. Consulte aqui o anúncio da consulta pública. [Fonte: APA]

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

«Direcção-Geral da Saúde vai monitorizar efeitos da exposição a alta tensão»

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No PÚBLICO: "A Direcção-Geral da Saúde vai monitorizar os efeitos da exposição a equipamentos eléctricos e magnéticos derivados de linhas, de instalações ou equipamentos de alta e muito alta tensão na população. A lei de “protecção contra a exposição aos campos eléctricos e magnéticos derivados de linhas de instalações e de equipamentos eléctricos” que foi hoje publicada em Diário da República visa salvaguardar a saúde pública e o ambiente, em especial a paisagem e o ordenamento do território." [notícia integral]

Notícia no Correio da Manhã: DGS monitoriza efeitos da alta tensão

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

«Estudo sugere risco para a saúde em redes de transmissão de energia»

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No Portal UAI: "Os campos eletromagnéticos são uma fonte de poluição ainda pouco estudada no Brasil. Na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), uma pesquisa sugere que as crianças que moram a uma distância de até 200 metros das linhas de transmissão de eletricidade são mais propícias a desenvolver leucemia. O trabalho pretende estimular novas investigações sobre possíveis efeitos dos campos na saúde da população. A tendência, apontada pela bióloga Ciliane Matilde Sollitto em sua tese de doutorado, foi verificada por meio de técnicas de geoprocessamento. “Foram considerados todos os casos notificados de leucemias entre crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, do banco de dados do Registro de Câncer de Base Populacional do Município de São Paulo entre 1997 e 2004”, relata. "Dos 1709 casos, 693 registros foram georreferenciados, ou seja, tiveram sua localização fixada no mapa da cidade. (...) Os dados sobre as linhas e os casos georreferenciados de leucemia foram combinadas com a estatística populacional da cidade, obtida no censo do IBGE em 2000. O cruzamento das informações mostrou que nas áreas situadas a até 200 metros das redes de transmissão, a ocorrência de leucemia foi estimada em 22,46 casos por 100 mil habitantes, mais do que a incidência geral do município de São Paulo, que é de 19,34 casos em cada 100 mil moradores." [notícia integral]

domingo, 31 de maio de 2009

«Alta tensão: É de 'bom senso adoptar medidas preventivas' para afastar linhas»

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No Correio do Minho: "O investigador António Bastos Leite defendeu hoje, na Batalha, ser de “bom senso adoptar medidas preventivas” no sentido de afastar as linhas eléctricas de alta tensão ou campos magnéticos de zonas povoadas. “Considerando que não está provado que haja ou não haja riscos para a saúde decorrentes da proximidade de linhas eléctricas de alta tensão ou campos electromagnéticos de extremamente baixa frequência, é de bom senso adoptar medidas preventivas”, afirmou António Bastos Leite. Para o professor auxiliar da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, tais medidas devem passar por, “nomeadamente, afastar este tipo de infra-estruturas de áreas povoadas tanto quanto possível, particularmente ao planear a construção de novas linhas”. [notícia integral]

sexta-feira, 1 de maio de 2009

«Efeitos das radiações continuam a dividir especialistas»

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No Diário de Notícias: "Os efeitos das radiações emitidas pelos telemóveis na saúde humana continuam a dividir os especialistas e alguns acreditam mesmo que nunca haverá consenso sobre esta matéria. "Consenso científico é pedir que haja 100 por cento de certeza e atrevo-me a dizer que isso é impossível, bastando ver os exemplos do aquecimento global, em que há muitas vozes discordantes, ou mesmo das teorias de Darwin, que após 200 anos ainda têm críticos", refere Daniel Sebastião, investigador do Instituto das Telecomunicações (IT). A falta de consenso deve-se, entre outros motivos, à dificuldade em "replicar o estudo", visto que "em ciência, para que um estudo seja considerado válido, tem de ser repetido nas mesmas condições e chegar aos mesmos resultados", uma tarefa que se tem revelado "difícil", por existirem diversas condicionantes, afirma Daniel Sebastião. "É difícil distinguir pessoas expostas e não expostas, porque hoje em dia há contacto com radiações em todo o lado, seja em telemóveis, rádio ou televisão", exemplificou." [notícia integral]

terça-feira, 7 de abril de 2009

«REN reafirma empenho em estudo sobre efeitos das linhas na saúde»

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No SOL: "A Rede Eléctrica Nacional (REN)permanece empenhada na procura de parceiros para um estudo sobre efeitos da alta tensão na saúde, que ainda não arrancou por falta de financiamento, revelou hoje à Lusa o director-coordenador da empresa, Artur Lourenço. «Estamos à procura de um modelo de financiamento que envolva várias entidades. Nós não estamos parados mas temos a noção de que se deveriam envolver no estudo mais parceiros de outras áreas, como por exemplo as telecomunicações», disse à agência Lusa, Artur Lourenço. O responsável explicou que a Fundação para a Ciência e Tecnologia se encontra neste momento a analisar esse pedido, embora tenha considerado demasiado elevado o financiamento proposto pelos parceiros do estudo." [notícia integral]

«Estudo sobre efeitos na saúde das linhas de muito alta tensão está em risco»

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Na TSF: "Um estudo ambicioso sobre os efeitos na saúde das linhas de muito alta tensão foi apresentado há mais de um ano pela Redes Energéticas Nacionais (REN) e devia prolongar-se durante pelo menos uma década. Mas, passado todo este tempo, o estudo não arrancou, como não está garantido o financiamento. O pedido de financiamento para receber três milhões de euros da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) chegou à instituição no mês passado, mais de um ano depois da apresentação pública do projecto para estudar os efeitos das linhas de muito alta tensão na saúde. O presidente da fundação, João Sentieiro, diz que a aprovação é «muito difícil» e «seria excepcional»." [notícia integral]

Outras notícias:
TVNET: Estudo apresentado pela REN em risco

quarta-feira, 18 de março de 2009

«Linha de alta tensão afecta orientação natural do gado, dizem cientistas»

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Na Gazeta da Serra: "As linhas de alta tensão interferem na habilidade do gado de se orientar de acordo com o campo magnético da Terra. Pesquisadores que afirmaram em 2008 que a maioria das vacas e dos veados tende a alinhar seus corpos numa direção norte-sul constataram agora que as linhas de força podem desorientar os animais. Quando estão perto desses fios, os animais analisados tendem a ter orientação aleatória, segundo a pesquisa liderada pelos cientistas Hynek Burda e Sabine Begall, da Faculdade de Biologia da Universidade de Duisburg-Essen (Alemanha). Foram usadas imagens do Google Earth para estudar pastagens por todo o mundo. O estudo foi publicado na edição de ontem da revista "PNAS", da Academia Nacional de Ciências dos EUA." [notícia integral]

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

BE apresenta novo Projecto de Lei sobre campos electromagnéticos

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[Comunicado do BE] O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda apresentou na Assembleia da República um Projecto de Lei que visa garantir o princípio da precaução face aos campos electromagnéticos produzidos pelas linhas e instalações eléctricas de alta e muito alta tensão.

Este projecto surge um ano depois do Parlamento ter rejeitado uma proposta similar apresentada pelo BE, adiando dessa forma a introdução de regras mais restritivas para a intalação deste tipo de estruturas.

Face às evidências científicas de riscos para a saúde pública pela exposição a campos electromagnéticos de baixa frequência, sobretudo da incidência de leucemia infantil, o Bloco de Esquerda defende a necessidade de fazer prevalecer o princípio da precaução aprovando limites de exposição às radiações provenientes de campos electromagnéticos gerados por linhas e equipamentos de alta e muito alta tensão que tomam por referência as conclusões da Organização Mundial de Saúde.

A Rede Eléctrica Nacional tem vindo a ser programada e construída sem tomar em linha de conta a defesa da saúde pública e da qualidade de vida das populações, bem como do ambiente. Tem sido esta postura que tem motivado o crescimento de vários protestos populares de norte a sul do país contra a instalação de linhas aéreas de alta e muito alta tensão em zonas urbanas e próximo de habitações, juntando centenas de pessoas que não podem continuar a ser ignoradas.

Os movimentos de moradores criados em Sintra, Odivelas, Almada, Seixal, Setúbal, Batalha, Penafiel, Silves, Amadora, Rebordosa (Porto) e Serzedelo (Guimarães) deram origem ao Movimento Nacional Contra Linhas de Alta Tensão em Zonas Habitadas, constituído oficialmente em Maio de 2008. Desde então mais protestos têm vindo a registar-se, nomeadamente em Vagos, Nogueiró (Braga), Vila Franca de Xira, Redondos (Figueira da Foz), Viseu, Lamego e Santiago do Cacém.

São também várias as autarquias que já se pronunciaram contra a instalação de linhas aéreas em zonas urbanas e defende o princípio da precaução.

A REN pretende construir mais de 400 quilómetros de linhas eléctricas entre 2009 e 2014 em Portugal, através do Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Transporte de Electricidade (PDIRT). É, por isso, do maior interesse público que sejam definidas regras o mais rápido possível que apliquem o princípio da precaução na defesa da saúde pública, da qualidade de vida e do ordenamento do território, mesmo para evitar que mais tarde tenha de se proceder a correcções à rede eléctrica, as quais serão certamente mais difíceis e dispendiosas.

O Bloco de Esquerda defende a aplicação do princípio da precaução e a compatibilização dos instrumentos de ordenamento do território com a necessidade de minimizar os potenciais riscos para as pessoas, património e natureza, através da integração de corredores infraestruturais específicos para a rede eléctrica de alta e muito alta tensão e da sua reconversão onde estes interesses o justifiquem.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

«Campos Electromagnéticos Não-Ionizantes – Percepção e Comunicações do Risco»

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Decorre hoje pelas 12h30, no Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, o Seminário "Campos Electromagnéticos Não-Ionizantes – Percepção e Comunicações do Risco", com as seguintes intervenções:

Radiações Electromagnéticas em Comunicações Móveis
Prof. Luís M. Correia

Faz-se uma breve descrição dos sistemas de comunicações móveis, no que respeita às ligações rádio entre as antenas de estação base e os telefones móveis, enumerando os aspectos mais importantes do ponto de vista da exposição à radiação electromagnética. Entre outros, apresentam-se os aspectos da potência de emissão, interferência e controlo de potência. Abordam-se várias questões desta exposição, nomeadamente os seus efeitos, as condições em que ocorrem e as referências internacionais. Apresentam-se as diferenças entre a exposição por antenas de estação de base e de telemóveis, tipos de efeito da exposição e as recomendações de níveis de referência. Apresenta-se uma descrição do Projecto MonIT, coordenado pelo Instituto de Telecomunicações do Instituto Superior Técnico, incluindo as actividades de Comunicação do Risco e resultados das campanhas de medidas, entre outras, que têm englobado centros comerciais, escolas hospitais, câmaras municipais e outras entidades públicas.

O Professor Luís Correia é Doutorado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico, em 1991. É Professor Associado com Agregação no IST, na área de Telecomunicações, desenvolvendo actividade na área da Comunicações Móveis. É Coordenador do Projecto MonIT, Instituto Superior Técnico / Instituto das Telecomunicações.

Campos Electromagnéticos Não-Ionizantes e Saúde
Prof. António Tavares

Faz-se uma abordagem dos seguintes aspectos:
1 – A Saúde Pública e a Saúde Ambiental;
2 – Os Determinantes da Saúde;
3 – O estado do conhecimento científico sobre as repercussões dos Campos Electromagnéticos na Saúde;
4 – Os estudos feitos sobre esta matéria, no âmbito da Organização Mundial da Saúde;
5 – A Percepção de Risco;
6 – A Comunicação do Risco;
7 – A actuação dos Serviços de Saúde em Portugal.

O Professor António Tavares é Médico especialista em Saúde Pública. É Doutorado em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, em 2004. É Coordenador do Departamento de Saúde Ambiental do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e Professor Auxiliar Convidado da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.

Para mais informações: www.insa.pt

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

«Câmara da Batalha quer esclarecer eventual relação da doença de Alzheimer com linhas de alta tensão»

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No Região de Leiria: "O presidente da Câmara Municipal da Batalha, António Lucas, solicitou ao director-geral da Saúde esclarecimentos sobre a eventual relação da doença de Alzheimer com as linhas de alta tensão, defendendo a realização de um estudo para sanar dúvidas. O pedido do autarca surge na sequência da publicação de um estudo da Universidade de Berna, na Suíça, noticiado na última edição do semanário "Região de Leiria", que aponta que quem reside a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão pode duplicar o risco de contrair a doença de Alzheimer." [ target="_blank">notícia integral]

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Seminário sobre campos electromagnéticos não-ionizantes

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"Campos Electromagnéticos Não-Ionizantes – Percepção e Comunicações do Risco" é o título do último Seminário de Investigação Dr. Ricardo Jorge 2008. O seminário terá lugar dia 27 de Novembro, pelas 12h30, no auditório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa. A entrada é livre.
Entre outros aspectos, o seminário irá abordar o estado do conhecimento científico sobre as repercussões dos campos electromagnéticos na saúde, os estudos feitos sobre esta matéria, no âmbito da Organização Mundial da Saúde, bem como a actuação dos serviços de saúde em Portugal.
Este último seminário contará também com a presença Luís Correia, do Instituto de Telecomunicações do Instituto Superior Técnico, que irá fazer uma breve descrição dos sistemas de comunicações móveis, no que respeita às ligações rádio entre as antenas de estação base e os telefones móveis, enumerando os aspectos mais importantes do ponto de vista da exposição à radiação electromagnética.
O INSA organiza os Seminários Doutor Ricardo Jorge desde 2005, com o objectivo de dar a conhecer as suas actividades de investigação científica e fomentar a discussão sobre temas da área das ciências da saúde, dentro e fora da instituição.

domingo, 23 de novembro de 2008

«Leiria: Perigo de Alzheimer assusta moradores do Celeiro»

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No Expresso: "Receios aumentam com revelção de um trabalho científico que estabelece a relação entre a residência perto de linhas de alta tensão e a doença. "Este estudo é mais um motivo para que as pessoas se assustem com tudo isto". Rogério Paulo, presidente da Comissão de Moradores de Celeiro e Lugares Vizinhos e vice-presidente do Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão em Zonas Habitadas, reage desta forma à notícia de um estudo que estabelece a relação entre a residência perto de linhas de alta tensão e a doença de Alzheimer. De acordo com um trabalho levado a cabo pela Universidade Berna, recentemente publicado, quem reside a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão pode duplicar o risco de contrair a doença de Alzheimer. Os cientistas examinaram todos os óbitos causados na Suíça por esta doença entre 2000 e 2005, num total de 9.200 casos. Concluíram que 20 destes casos surgiram em pessoas que residiram durante 15 anos e mais a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão, o que representa o dobro da prevalência registada no resto da população. "Quantos mais estudos se fizerem mais provas vão surgir de que a alta tensão é prejudicial à saúde", acrescenta Rogério Paulo." [notícia integral]

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

«Perigo de Alzheimer assusta moradores do Celeiro»

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No Região de Leiria: "Este estudo é mais um motivo para que as pessoas se assustem com tudo isto!. Rogério Paulo, presidente da Comissão de Moradores de Celeiro e Lugares Vizinhos e vice-presidentes do Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão em Zonas Habitadas, reage desta forma à notícia de um estudo que estabelece a relação entre a residência perto de linhas de alta tensão e a doença de Alzheimer. Este novo dado será levantado por este responsável na reunião da Assembleia Municipal da Batalha que decorre esta noite (sexta-feira), assegura." [notícia integral]

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

«Viver perto de uma linha de alta tensão pode duplicar risco de contrair Alzheimer»

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No Rádio Clube Português: "Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Berna concluiu que quem vive a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão pode duplicar o risco de contrair a doença de Alzheimer. Os cientistas examinaram todos os óbitos causados por esta doença entre 2000 e 2005,na Suíça. Num total de 9200 casos concluíram que 20 destes surgiram em pessoas que moraram durante pelo menos 15 anos a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão." [notícia integral]

«Alta tensão pode duplicar risco de Alzheimer»

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No Destak: "Quem reside a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão pode duplicar o risco de contrair a doença de Alzheimer, segundo um estudo de investigadores da Universidade de Berna hoje publicado. Os cientistas examinaram todos os óbitos causados na Suíça por esta doença neuro-degenerativa entre 2000 e 2005, num total de 9.200 casos. Em resultado, concluíram que 20 destes casos surgiram em pessoas que residiram durante 15 anos e mais a menos de 50 metros de uma linha de alta tensão, o que representa o dobro da prevalência registada no resto da população. Pelo contrário, os investigadores não encontraram qualquer aumento de casos em relação à média em residentes a mais de 50 metros de uma linha de alta tensão. O estudo, publicado na revista norte-americana Journal of Epidemiology, é o primeiro no mundo a debruçar-se explicitamente sobre a possível relação de causa e efeito entre os campos magnéticos dessas linhas e doenças como Alzheimer. Porém, estes investigadores sublinham que o seu trabalho não permite concluir definitivamente que os campos magnéticos das linhas de alta tensão estejam realmente na origem de um risco acrescido de Alzheimer." [notícia integral]

Outras notícias:
Portugal Diário: Linhas de alta tensão podem duplicar risco de Alzheimer

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

«Pesquisadores se reúnem no Brasil para discutir efeitos das radiações não-ionizantes»

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No Pravda: "Especialistas de todo o mundo se reúnem no Brasil para analisar os últimos dados científicos relacionados a efeitos biológicos de radiações não-ionizantes, especialmente aquelas emitidas por antenas e equipamentos de telefonia celular, estações transmissoras de rádio e TV, e linhas de transmissão e distribuição de energia eléctrica. Na sexta edição do Workshop Internacional sobre Radiações Não-Ionizantes também serão discutidos aspectos de proteção e limites de exposição. O evento se realiza no Rio de Janeiro, entre os opróximos dias 14 e 18. Esta é a primeira vez que o evento ocorre em um país da América Latina. A iniciativa tem o apoio dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT), Minas e Energia (MME), Saúde (MS), Meio Ambiente (MMA), das Comunicações (MC), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Comissão Nacional de Bioeletromagnetismo." [notícia integral]

segunda-feira, 21 de julho de 2008

«Serzedelo: Alta Tensão não apresenta perigo»

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No Correio da Manhã: "A subsestação da REN e as linhas de alta tensão que atravessam a freguesia de Serzedelo, em Guimarães, não apresentam risco para a saúde, segundo um estudo divulgado esta segunda-feira pela Rede Eléctrica Nacional. O estudo, encomendado pela REN e elaborado pela LABELEC, indica que "os valores médios encontram-se abaixo dos valores de referência estabelecidos pela legislação nacional e pela Organização Mundial de Saúde", pelo que não existem perigos para a saúde. As medições foram efectuadas "em torno das susbstação da REN e nas zonas de maior proximidade das linhas às habitações", de acordo com as conclusões do estudo, que referem ainda que não foram efectuadas medições dentro das residências porque "nenhum particular mostrou interesse". [notícia integral]

Outras notícias
Correio do Minho: Campos electromagnéticos abaixo do legal em Serzedelo
Jornal de Notícias: Estudo sobre alta tensão diz que não há perigo em Serzedelo
RTP: Estudo da REN contraria moradores e sustenta que não há perigo em Serzedelo

sexta-feira, 18 de julho de 2008

«Estudo afasta relação entre linhas de alta tensão e mortes em Serzedelo»

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No Guimarães Digital: "Não há razões que justifiquem a preocupação da população das freguesias de Serzedelo e Guardizela. É a conclusão do estudo sobre óbitos ocorridos patrocinado pela Delegação de Saúde na sequência das preocupações pela existência de grande concentração de linhas de alta tensão em Serzedelo." [notícia integral]

Outras notícias
Jornal de Notícias: Estudo afasta cancros de Serzedelo da alta tensão