N'O Eco de Pombal: "As Linhas de Muito Alta Tensão têm sido notícia a nível nacional e em Pombal começam a surgir contestações com a Linha de Batalha – Lavos. Na passada sexta-feira a Câmara Municipal de Pombal foi palco de uma reunião entre os presidentes das autarquias do concelho e os responsáveis da REN, Rede Eléctrica Nacional. Actualmente existem duas opções para esta linha, o C1 e o C2, sendo o primeiro muito mais viável para os autarcas pombalenses. No entanto a Base Aérea de Monte Real não partilha da mesma opinião e chumba o traçado 1 alegando algumas razões, como a preservação dos corredores de voo dos aviões e a possível interferência de feixes hertzianos nos sistemas. Esta mesma razão foi a avançada pelos técnicos da REN na reunião de Pombal, para que o traçado C2 seja o implantado, colocando de parte o C1 que passaria junto ao mar e minimizaria o impacto junto das populações." [notícia integral]
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
«Contestação à Alta Tensão – Base Aérea obriga a desviar linha eléctrica»
N'As Beiras Online: "A necessidade de preservar os corredores de voo dos aviões, a possível interferência de feixes hertzianos e "razões confidenciais" são os motivos apontados pela Força Aérea para recusar a Linha de Alta Tensão perto da Base Aérea de Monte Real. As limitações originadas pela Base Aérea de Monte Real foram um dos principais argumentos apresentados em Pombal pelos técnicos da Rede Eléctrica Nacional (REN), para justificar o facto da Linha de Muito Alta Tensão, a instalar no país, não poder passar junto ao mar, minorando os efeitos para as populações. Essa foi uma das reivindicações dos autarcas do município e presidentes de juntas de freguesia de Pombal, numa reunião realizada na passada sexta-feira." [notícia integral]
quarta-feira, 28 de agosto de 2002
«LINHA DA EDP GERA PROTESTO»
No Correio da Manhã: "O último poste de alta tensão que irá servir a linha da EDP entre Lavos e Carriço foi colocado ontem, em Silveirinha Grande, Pombal, apesar dos protestos de uma centena de populares, que foram impedidos de entrar nos terrenos pela GNR. A polémica entre alguns habitantes e a EDP mantém-se há um ano, porque os proprietários de dois terrenos não aceitam o traçado escolhido pela empresa para a instalação de uma linha de 60 KV entre Lavos e Carriço, para abastecer a central de cogeração e uma fábrica de produção de sal." [notícia integral]
Por L.G. à(s) 8/28/2002 11:55:00 p.m. Tags: EDP, Pombal
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2002
«Oito localidades receiam alta tensão»
No Diário de Notícias*: "Os residentes nas localidades por onde passará a linha de alta tensão que leva a energia eléctrica produzida na central do Carriço, Pombal, contestam o traçado escolhido e querem-na longe das suas casas. Dizem que pode haver um traçado alternativo. Defendem que a linha seja colocada no subsolo, à semelhança de projectos que sabem estar a ser pensados para a região de Lisboa.
Poucos se pronunciam. Quem fala diz "ter medo das consequências que os campos electromagnéticos" possam ter na saúde. António Bronze Pinto, residente em Silveirinha Grande, não se importa de protestar abertamente e lamenta que "as pessoas aceitem tudo". "Nada está provado", recorda. Por isso não aceita a passagem da linha a 20 metros dos logradouros da sua casa. "Se não está provado que faz mal, também não está que não provoca doenças". E explica que foi alertado, tal como outros moradores, para o facto de se atribuir o aparecimento de leucemia e outras doenças a pessoas expostas aos campos electromagnéticos.
"Por se desconhecerem" os efeitos da proximidade da alta tensão é que António Pinto afirma querer apenas que o "deixem em paz". Não quer indemnizações "seja qual for a quantia proposta". Diz que pediu aos técnicos que lhe expliquem as características da estrutura, a potência, a altura a que vai passar a linha e garante que nada lhe forneceram. Questiona: "Foi feito e aprovado o estudo de impacte ambiental para a instalação da fábrica de sal e da central, mas não houve estudo para a passagem da linha".
O presidente da Junta de Freguesia do Carriço, Leovigildo Fernandes, disse ao DN que "não é a população que não quer a passagem da linha, são meia dúzia de pessoas que querem indemnizações". São "interesses privados". Ele também é afectado. Porém, Leovigildo Fernandes, recorda que numa reunião da discussão pública do estudo de impacte ambiental, um técnico da EDP lhe disse que a alternativa que propunham para o traçado não podia ser aceite porque poderia interferir com a monitorização do gasoduto. Esta resposta levou-o a pensar que "afinal algum efeito terá a passagem da energia".
Em causa está a instalação de uma linha de alta tensão para transporte da energia produzida por uma central nas imediações do local da extração do sal para armazenamento da reserva de gás natural. Foram aprovados, na área das minas da Renoeste, os projectos de uma fábrica de sal e de uma central de cogeração. Segundo informação do Ministério da Economia, facultada ao DN em Maio de 2001, a Galp Energia e a EDP, através da GalpPower e da EDP Cogeração, associaram-se para explorar a central. Um investimento que ronda os quatro milhões de contos, destinado à produção de sal e energia térmica e eléctrica. É um sistema que "permitirá à fábrica uma economia muito elevada de energia", sustenta a informação. O Ministério diz que "a cogeração funcionará sempre que a fábrica de sal o justifique e que terá uma potência eléctrica média de 28 MW, dos quais 25 MW irão ser exportados para a rede electrica nacional", através de "uma linha com cerca de nove quilómetros".
Com esse fim está a ser construída a subestação nas imediações da Soporcel, junto à Leirosa. A linha passará por localidadades dos concelhos da Figueira da Foz e Pombal como Matos da Leirosa, Marinha das Ondas, Vale Gigante, Claras, Silveirinha Grande, Siveirinha Pequena, Fontinha e Lagoa do Boi."
*Jacinta Romão
Por L.G. à(s) 2/01/2002 11:55:00 p.m. Tags: EDP, Figueira da Foz, Pombal

















