sábado, 12 de abril de 2008

«Populações acusam REN de irresponsabilidade e exigem ao Governo alteração da Lei »

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Na RTP: "Lisboa, 13 Abr (Lusa) - Movimentos cívicos contra as linhas de alta tensão acusaram hoje a REN de ser "muito irresponsável" e exigiram a intervenção do Governo na alteração da lei "obsoleta" para que Portugal reduza 500 vezes os valores dos campos electromagnéticos. "O nosso objectivo é mudar a lei, a nossa lei é obsoleta, é muito antiga, está desadequada com as experiências vividas pelas populações e muitos estudos indicativos pelo mundo fora mostram cada vez mais que os valores legalmente atribuídos são completamente desadequados", disse Helena Carmo, porta-voz do Movimento contra a Alta Tensão em Zonas Urbanas Habitadas. E "é preciso reduzir muito esses valores e nós queremos que, relativamente à legislação portuguesa, eles sejam reduzidos 500 vezes porque é esse o valor que nos pode deixar descansados relativamente à nossa saúde e à saúde dos nosso filhos". A porta-voz do movimento deixou a promessa de que a Rede Eléctrica nacional (REN) não terá descanso "enquanto todas as situações que afectam directamente as habitações não forem resolvidas". [notícia integral]

Outras notícias
PÚBLICO.PT: Populações de zonas com linhas de alta tensão exigem ao Governo alteração da Lei

«Moradores querem promover iniciativas nacionais»

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Na TSF: "Os moradores que vivem em zonas por onde passam os cabos de muito alta tensão estão reunidos este sábado à tarde, com o objectivo de promover iniciativas nacionais e não apenas nos locais onde as pessoas vivem. Os moradores que vivem em zonas por onde passam os cabos de muito alta tensão estão reunidos hoje à tarde, para promover iniciativas que sejam nacionais e não apenas nos locais onde as pessoas vivem. Isso mesmo foi o que adiantou Helena Carmo que faz parte da Comissão de Moradores de Agualva-Cacém. «Queremos conjugar forças e que as iniciativas sejam coordenadas entre os vários locais, a fim de potenciar o seu efeito», afirmou. [notícia integral]

sexta-feira, 11 de abril de 2008

«Enterrar as linhas não resolve problema da alta tensão»

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Na SIC Notícias: "A REN, Redes Energéticas Nacionais, apresentou um plano de investimentos que passa pela construção de mais de 400 quilómetros de novas linhas eléctricas, a maior parte em alta tensão. Um projecto no valor de 1,4 milhões de euros. Depois dos protestos de diversas populações por causa dos riscos de proximidade das linhas, a empresa lançou este plano à discussão pública. Nos últimos tempos muitas pessoas se têm queixado das linhas de muito alta tensão da REN. Foram, inclusive, colocadas providências cautelares contra a empresa. O presidente da Redes Energéticas Nacionais diz que o investimento no território implica um custo e que erguer novas infraestruturas implica mexer no ordenamento do território e interfere com o ambiente e as pessoas têm dificuldade em aceitar isto. Para evitar mais protestos, a REN colocou em consulta pública o plano de investimentos que prevê criar novas linhas de abastecimento eléctrico entre 2009 e 2014. A aposta deste plano é reforçar as linhas com maior tensão. Para que exista uma melhor malha de transporte para o país, explica José Penedos." [notícia integral]

«CASA NOVA E SEGURA PARA AS CEGONHAS»

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No Diário de Notícias: "A operação é delicada e demorada. Apesar de não haver cegonhas em cima do poste que leva energia da zona de Sines até Lisboa, é preciso trepar os 23 metros da estrutura. Pé ante pé, debaixo de sol intenso, com mosquetões e cabos a garantirem a segurança da operação, os dois homens colocam a plataforma de metal no topo da torre. Mais tarde, com paus, cordas e folhas, as aves começarão a erguer a sua nova casa. Para estarem reunidas todas as condições para as cegonhas construírem o seu ninho num local seguro, longe das cadeias isoladoras onde podem gerar curto-circuitos e incidentes na rede eléctrica, falta agora colocar umas ventoinhas junto à plataforma. Pendurados na estrutura e com vista privilegiada sobre os campos da Companhia das Lezírias, em Porto Alto, os operadores da Redes Energéticas Nacionais (REN) erguem do chão os aparelhos, uma espécie de espantalhos modernos colocados na extremidades e que, movidos pelo vento, afastam as cegonhas da zona perigosa do poste de alta tensão."
[notícia integral]

«Moradores contestam subestação da EDP»

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No Jornal do Centro: "Um grupo de moradores de Matilreira, concelho do Carregal do Sal, contesta a construção de uma subestação da EDP, junto a uma zona habitacional. Os residentes queixam-se de falta de informação e temem o aumento da potência, bem como a colocação de linhas de alta tensão junto às casas. "Estamos muito preocupados. Julgamos que a construção da subestação não está correcta porque há vários moradores junto ao local", refere Augusto Mendes, um dos habitantes que vive em Matilreira há 10 anos." [notícia integral]

quinta-feira, 10 de abril de 2008

«Moradores contra a alta tensão unem-se em movimento cívico nacional»

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Na RTP: "Sintra, 10 Abr (Lusa) - Os vários movimentos contra as linhas de alta tensão vão unir-se no Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão Nas Zonas Urbanas, com o objectivo de fazer reduzir em 500 vezes os valores dos campos electromagnéticos. Paulo Lopes, porta-voz do Movimento Cívico de Sintra contra a linha de muito alta tensão, adiantou à Lusa que os diversos movimentos cívicos nacionais vão reunir-se este sábado, no Cacém, para definir objectivos e iniciativas futuras e "criar oficialmente o Movimento Nacional Contra as Linhas de Alta Tensão Nas Zonas Urbanas". "A ideia é unir forças para mais facilmente cumprir o objectivo de fazer reduzir quinhentas vezes os valores dos campos electromagnéticos a que as pessoas estão sujeitas, à semelhança do que se passa no resto da Europa, enterrando as linhas ou desviando-as das habitações", sustentou Paulo Lopes." [notícia integral]

«Escola não quer postes de alta tensão à porta»

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No Jornal de Notícias: "O Ministério da Educação tem de retirar os postes de alta tensão que existem na Escola Básica 2,3 de Pinhal de Frades, Seixal, e dotar aquele estabelecimento de um pavilhão gimnodesportivo, exigem os autarcas e a associação de pais. As duas questões são levantadas pela comunidade educativa desde a inauguração da escola em 1995. "Não tinha nenhum sentido construir uma escola com cabos de alta tensão, independentemente de poder ser assegurado que não há nenhum problema directo para a saúde das pessoas", salientou ao JN o presidente da Câmara do Seixal, Alfredo Monteiro, referindo que a solução passa pelo desvio dos postes de alta tensão ou pelo enterramento dos cabos." [notícia integral]

quarta-feira, 9 de abril de 2008

MOVIMENTO NACIONAL CONTRA AS LINHAS DE ALTA TENSÃO NAS ZONAS URBANAS

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Comunicado: "Os vários movimentos nacionais contra as linhas de alta tensão nas zonas urbanas, decidiram juntar-se e formar um MOVIMENTO NACIONAL CONTRA AS LINHAS DE ALTA TENSÃO NAS ZONAS URBANAS.
Para isso, vai realizar-se uma reunião no Cacém (Sintra), no dia 12 de Abril (sábado), a fim de criar oficialmente esse movimento e definir novos objectivos e iniciativas a realizar brevemente, como seja protestos em frente ao Ministério da Economia, ou pedir audiências com o Presidente da Assembleia da Republica e outros, etc.
Como é do conhecimento público, este movimento começou em Sintra depois em Silves, e alastrou-se ao resto do país. E nesse sentido decidimos avançar com esta unificação de forças, para mais facilmente conseguirmos atingir o nosso objectivo, que é reduzir em 500 vezes os valores dos campos electromagnéticos a que as pessoas estão sujeitas, à semelhança do que se passa no resto da Europa, enterrando as linhas ou desviando-as das habitações. Mesmo que para isso a REN tenha que ter menos alguns milhões de euros de lucro. Em Portugal esses valor são de 100 microteslas, enquanto na Finlândia, Noruega, Alemanha, etc. é de 0,2 microteslas.
Este movimento não pretende por em causa a politica do governo em termos de desenvolvimento energético, mas pretende que as pessoas sejam respeitadas, até porque se adivinha muitos protestos ao longo do país nos próximos seis anos, que é o período de grande desenvolvimento do plano energético do governo.
Na reunião vão estar representantes dos moradores dos concelhos de Sintra, Odivelas, Seixal, Almada, Guimarães, Porto, Leiria, Amadora, faltando ainda confirmar Setúbal e Penafiel."

segunda-feira, 7 de abril de 2008

«Linha de muito alta tensão entre a Batalha e Lavos foi aprovada pelo Ambiente»

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No Região de Leiria: "A nova linha de muito alta tensão entre a Batalha e Lavos foi aprovada pela Secretaria de Estado do Ambiente, apesar dos protestos da autarquia, anunciou a Rede Eléctrica Nacional (REN). Em comunicado, a REN explicou que a Secretaria de Estado aprovou esta semana o traçado, que tem sido contestado pela população local e pela autarquia, alegando que a localidade do Celeiro, onde existe a subestação eléctrica, está já muito sobrecarregada com linhas deste género. De acordo com a REN, a Declaração de Impacte Ambiental autoriza a obra e prevê um acordo entre a autarquia e a empresa para a "a realização de medições dos campos electromagnéticos na envolvente da Subestação da Batalha". [notícia integral]

sexta-feira, 4 de abril de 2008

«Batalha: Nova linha eléctrica foi aprovada, autarquia contesta»

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Na RTP: "Batalha, Leiria, 04 Abr (Lusa) -- A nova linha de muito alta tensão entre a Batalha e Lavos foi aprovada pela Secretaria de Estado do Ambiente, apesar dos protestos da autarquia, anunciou hoje a Rede Eléctrica Nacional (REN). Em comunicado, a REN explicou que a Secretaria de Estado aprovou esta semana o traçado, que tem sido contestado pela população local e pela autarquia, alegando que a localidade do Celeiro, onde existe a subestação eléctrica, está já muito sobrecarregada com linhas deste género." [notícia integral]

segunda-feira, 31 de março de 2008

«Linhas Alta Tensão: Infra-estrutura nos Pirinéus custa três a quatro vezes mais se for enterrada»

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Na RTP: "Paris, 31 Mar (Lusa) - Enterrar a linha de alta tensão que os governos de Espanha e França querem construir nos Pirinéus custaria três a quatro vezes mais do que construi-la à superfície, revela um estudo hoje divulgado. O estudo, a cargo do gabinete independente CESI, foi divulgado numa reunião entre parlamentares, autarcas, coordenador da entidade, ministro do Ambiente francês, ambientalistas e representantes das redes eléctricas de França e Espanha." [notícia integral]

sexta-feira, 28 de março de 2008

«Ministério garante que alta tensão no Celeiro é segura»

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No Região de Leiria: "O Ministério da Saúde considera que os campos electromagnéticos da subestação do Celeiro, Batalha, e da nova linha de muito alta tensão não são prejudicais para a população. Em resposta a um requerimento apresentado por Teresa Caeiro e Hélder Amaral, deputados do CDS-PP, o ministério liderado por Ana Jorge assegura que "face ao conhecimento actual, considera-se haver uma protecção eficaz da população contra os possíveis efeitos adversos da exposição a CEM (campos electromagnéticos)". Algo que será conseguido se for respeitada a legislação vigente, que se baseia em valores recomendados, entre outras entidades, pela Comissão Europeia, contando com uma alargada margem de segurança." [notícia integral]

«Areia para os olhos»

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Texto da autarca Fátima Campos: "A REN continua a tentar distrair-nos daquilo que é essencial, desviando-se habilidosamente da discussão do que de facto interessa: a linha aérea de muito alta tensão Fanhões (Loures) – Trajouce (Cascais), as suas consequências para os moradores e frequentadores dos Concelhos que atravessa e o modo e o tempo do desmantelamento da actual linha menos prejudiciais para as pessoas com quem interfere.
Este desviar das atenções concretiza-se através dos expedientes mais lamentáveis, indignos de uma empresa da envergadura da REN e da responsabilidade social que lhe é inerente por ser participada pelo Estado e tutelada pelo Governo português. Processos de intenção a quem não se resignou à construção selvagem de uma linha nociva à saúde pública - ao arrepio da Lei e da vontade da população - , no caso concreto a mim, manobras de bastidores fomentando a contra-informação e o boato, já para não falar de uma atitude nada cooperante (alicerçada na intencional promoção do equívoco) em sede de Justiça, nomeadamente no decurso do julgamento da acção principal, a decorrer no Tribunal de Sintra.
A mentira, a indução do equívoco e as insinuações e processos de intenção dirigidos a quem fez frente à REN têm sido, em suma, os métodos utilizados por esta empresa para tentar que a Linha Aérea de Muito Alta Tensão funcione nos exactos e prejudiciais moldes em que foi ilegalmente edificada.
Esta postura é a "prova provada" de que à REN não assiste qualquer razão no que está em discussão, de que não há argumentos válidos – em consonância com o Interesse Público – que justifiquem a citada edificação. E, na falta de substância nas posições que defende, a REN socorre-se de estratégias rasteiras.
Embora essas insinuações mereçam desprezo, padeçam de total descrédito e corporizem o ridículo, naquilo que este tem de mais preocupante – a pretensão a ser sério e credível -, e porque me são dirigidas (uma vezes de forma directa, outras pela via da insinuação), não me coíbo de lhes responder." [texto integral]

quinta-feira, 27 de março de 2008

«Governo desvaloriza risco com Linha de Muito Alta Tensão na Batalha»

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No Diário de Leiria: "O Governo desvaloriza a preocupação dos deputados do CDS/PP, Teresa Caeiro e Hélder Amaral, sobre a perigosidade para os moradores do Celeiro, Batalha, com a passagem da Linha de Muito Alta Tensão Batalha/Lavos (LAMAT), justificando que os níveis de referência são os recomendados pela Comissão Europeia e pela Comissão Internacional de Protecção Contra Radiações Não-Ionizantes. Na resposta ao requerimento dos deputados, o gabinete da ministra da Saúde refere que, "para além dos valores das radiações serem os de referência recomendado pelas instâncias comunitárias", a entidade coordenadora da Avaliação de Impacte Ambiental "não pediu parecer à Direcção Geral de Saúde no âmbito da avaliação do estudo". "Desta forma, não temos qualquer conhecimento que permita avaliar o risco no referido traçado nos diversos factores", justifica o gabinete da ministra Ana Jorge. Desde que sejam cumpridos os pressupostos enunciados, diz o Ministério da Saúde, "não se afigura que haja um risco acrescido para a população do ponto de vista da exposição aos Campos Electromagnéticos (CEM)". [notícia integral]

quarta-feira, 26 de março de 2008

«Contestação à posição do Delegado de Saúde sobre as linhas de alta tensão»

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No Guimarães Digital: "O Movimento de Luta contra as linhas de alta tensão de Serzedelo refuta algumas das declarações do Delegado de Saúde a propósito da contestação naquela freguesia. Para Manuel Silva as mortes por maus hábitos alimentares não são uma característica de Serzedelo. O que importa, na sua opinião, é apurar a taxa de mortalidade e os casos de cancro relacionados com radiações ocorridas naquela freguesia. Por outro lado, Manuel Silva discorda que a situação de Serzedelo não seja atípica relativamente à grande concentração de linhas de alta tensão." [notícia integral]

terça-feira, 25 de março de 2008

«Almada entrega petição para alteração do traçado de alta tensão»

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No SOL: "A Comissão de Almada entregou, hoje, na Assembleia da República uma petição a exigir a alteração do traçado das linhas de Muito Alta Tensão nas zonas que afectam a população para defesa da saúde pública. A petição, com cerca de 4600 assinaturas foi entregue ao presidente da Assembleia da República Jaime Gama e ao deputado Ramos Preto, presidente da comissão de poder local, ambiente e ordenamento do território numa reunião que durou cerca de 30 minutos. Vítor Lopes,da comissão de luta pela alteração da linha de muito alta tensão de Almada afirma que «bastavam 4000 assinaturas para a proposta ir a plenário». [notícia integral]

sábado, 22 de março de 2008

«Linhas de Muito Alta Tensão: REN prevê novas instalações em Sintra até 2014»

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No Alvor de Sintra: "A Redes Energéticas Nacionais prevê a construção de um novo circuito de muito alta tensão em Almargem do Bispo, a iniciar ate 2014. O projecto, referido no "Plano de Desenvolvimento e Investimento da REN 2009-2014", que se encontra em fase de consulta pública, é integrado pela empresa de transporte de energia na secção "Grandes Objectivos" para a zona da Grande Lisboa e Península de Setúbal. Na "zona de Almargem do Bispo", refere a REN no documento, será instalado um novo injector de corrente, numa terceira fase de reforço do apoio à rede da Grande Lisboa. A construção da estrutura irá decorrer em simultâneo com os injectores de S. João (Lisboa) e Alcoitão (Estoril)." [notícia integral]

sexta-feira, 21 de março de 2008

Perguntas e respostas da REN

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A REN publicou recentemente uma brochura com 'perguntas e respostas sobre transporte de energia'. O documento foi distribuído com jornais nacionais e está disponível para download na página da empresa.

«Linhas de muito alta tensão: auto-estradas da energia»

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No Diário Económico, a opinião de José Pedro Sucena Paiva: "Na sociedade fortemente electro dependente em que vivemos, as linhas de transporte de energia eléctrica em muito alta tensão (MAT) são infraestruturas críticas. Elas são as auto-estradas que asseguram a transmissão da electricidade – veículo da mais valiosa forma de energia. Desenganem-se aqueles que vêem a redução do consumo de energia eléctrica como forma de combater os problemas ambientais. Isso não vai acontecer, salvo se aceitarmos uma redução brutal dos nossos padrões de vida, no limite, o ocaso da nossa civilização. Podemos e devemos ser mais eficientes, mas o melhor que conseguiremos é reduzir a taxa de crescimento (em 2007, já foi apenas de 1,8%). A idade do petróleo poderá acabar. A idade da electricidade, essa perdurará ao longo dos tempos. Vêm estes considerandos a propósito da recente emoção pública sobre a passagem de linhas de muito alta tensão por zonas habitadas, resultante (é o argumento forte) dos eventuais efeitos maléficos do campo electromagnético sobre a saúde humana. As linhas aéreas de MAT têm um impacte ambiental não desprezável. Por isso o traçado das novas linhas deve ser criteriosamente escolhido, comparando-se várias alternativas. E não deverão ser autorizadas construções dentro de um corredor de segurança centrado nas linhas existentes, como sucede actualmente." [notícia integral]

quinta-feira, 20 de março de 2008

«Cegonhas desnorteadas provocam cortes de energia em Ulme»

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No Mirante: "Vinte ninhos de cegonhas foram retirados de três postes de alta tensão no início deste ano, na zona industrial de Ulme, Chamusca. O acto praticado por uma equipa da REN (Rede Eléctrica Nacional) deixou uma comunidade de cegonhas sem pouso pelo que as aves, desorientadas e à procura de local para fazerem novo ninho, acabam muitas vezes por embater nas linhas de média tensão, provocando grandes descargas de energia, sucumbindo em seguida. Ao contrário do que foi anunciado, a Rede Eléctrica Nacional não criou as plataformas alternativas para que as cegonhas possam fazer os seus ninhos noutras zonas, situação que a junta de freguesia lamenta. António Peixinho, presidente da Junta de Freguesia de Ulme, denunciou recentemente o caso à Câmara Municipal da Chamusca que deliberou fazer pressão junto da EDP para a resolução do problema. "No ano passado, a REN fez um inventário dos postes de alta tensão desactivados que existiam aqui e três destes postes, que se encontravam a atravessar os arrozais, foram deixados porque tinham ninhos de cegonhas e estávamos na época de nidificação. Entretanto, pediram autorização ao Instituto da Conservação da Natureza (ICN) e foi-lhes permitido levantar esses postes até 15 de Janeiro", explicou o autarca de Ulme a O MIRANTE." [notícia integral]

«Linhas Alta Tensão: Franceses e espanhóis contestam projecto e manifestam-se a 30 de Março»

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Na Lusa: "Paris, 20 Mar (Lusa) - Opositores ao projecto de linha de alta tensão eléctrica que deverá ligar Espanha e França pelo extremo oriental dos Pirinéus manifestam-se a 30 de Março, em Gerona (Espanha). O protesto, que juntará espanhóis e franceses, ocorre semanas depois de 13 mil a 15 mil pessoas se terem manifestado em Perpiñán (Espanha) contra o traçado. Para 31 de Março, dia seguinte à manifestação, está convocada uma reunião com o ministro francês do Ambiente, em Paris, mas duas associações que contestam o projecto já revelaram a intenção de não comparecer, preferindo assistir pelo sistema de videoconferência." [notícia integral]

Outras notícias:
SOL: Franceses e espanhóis contestam projecto e manifestam-se a 30 de Março

quarta-feira, 19 de março de 2008

«Almada: providência cautelar contra linhas muito alta tensão»

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No Diário Digital: "O município de Almada e as Juntas de Freguesia da Charneca de Caparica, Caparica e Trafaria apresentaram uma providência cautelar contra a REN e Ministério da Economia exigindo a suspensão dos trabalhos das linhas de muito alta tensão. A providência apresentada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada exige a suspensão do acto de licenciamento do projecto «Linha de Muito Alta Tensão (LMAT) Fernão Ferro - Trafaria» e visa impedir a REN de continuar os trabalhos de implementação, construção, ligação à rede eléctrica bem como todos os trabalhos a efectuar nas Linhas de Muito Alta Tensão. Em comunicado, estas quatro entidades apresentam sete razões para a suspensão do processo de passagem das linhas de muito alta tensão pelo concelho de Almada." [notícia integral]

sábado, 15 de março de 2008

bioCEM

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Já estão disponíveis as conclusões (pdf) e os documentos relativos ao Simpósio bioCEM sobre Campos Electromagnéticos e Sistemas Biológicos, uma iniciativa da Faculdade de Farmácia e da REN, entre outras.

quinta-feira, 13 de março de 2008

«Movimento contra alta tensão aguarda resultados finais do estudo»

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No Guimarães Digital: "O Movimento Contra as Linhas de Muito Alta Tensão de Serzedelo aguarda com serenidade os resultados finais do estudo da ARS do Norte sobre as eventuais relações das radiações electromagnéticas com as doenças oncológicas. Com base na análise dos registos de mortalidade entre 2003 e 2005 em Guimarães, os resultados preliminares do estudo elaborado pelos técnicos de saúde indicam que as mortes por cancro dos habitantes de Serzedelo não são superiores às registadas em outras localidades do concelho." [notícia integral]

quarta-feira, 12 de março de 2008

«Serzedelo contra linhas de muito alta tensão»

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Na RTP: "Um grupo de moradores de Serzedelo, no concelho de Guimarães, vai manifestar-se frente ao Ministério da Economia, em Lisboa. Exigem que as linhas de muito alta tensão que atravessam a freguesia sejam enterradas." [vídeo]

«Linhas Alta Tensão: Manifestação junto do Ministério da Economia acabou sem resultados desejados»

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Na Lusa: "Lisboa, 12 Mar (Lusa) - Cerca de cinquenta pessoas do Movimento Nacional contra as Linhas de Alta Tensão nas zonas urbanas entregaram hoje um abaixo-assinado no Ministério da Economia a pedir o enterramento das linhas, mas saíram sem nenhuma garantia. O abaixo-assinado, que decorreu na freguesia de Serzedelo, Guimarães, durante os meses de Janeiro de Fevereiro, foi entregue hoje à tarde depois de uma concentração no Largo de Camões, em Lisboa, que contou também com a presença de moradores de Almada e de Sintra, locais onde as populações também estão contra as linhas de alta tensão. "Visa no essencial pedir ao senhor ministro que se enterrem as linhas em Serzedelo porque Serzedelo tem 4.700 habitantes, com 4,7 quilómetros quadrados de área e tem doze linhas de alta e muito alta tensão e tem 90 postes de alta e muito alta tensão", explicou o porta-voz da comissão de moradores do Serzedelo, para quem estas linhas são responsáveis pelo aparecimento de casos de cancro na população da freguesia." [notícia integral]

Outras notícias
PÚBLICO.PT: Protesto contra linhas de alta tensão termina sem garantias pela tutela

«Alta tensão pode passar por casas»

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No Jornal de Notícias: "A Rede Eléctrica Nacional (REN) prepara-se para construir perto de 650 quilómetros de novas linhas de alta tensão e é possível que parte passe por zonas urbanas. A empresa não se compromete com uma garantia de que os corredores a escolher fiquem longe de aglomerados populacionais, mas assegura que fará todos os possíveis para o evitar. Em qualquer caso, durante o próximo mês, o programa de investimentos ficará aberto a consulta pública, para receber contributos de todos os interessados. "Em princípio, quando estabelecemos uma linha, procuramos espaço de canal compatibilizado com o ambiente e as pessoas também devem estar protegidas", disse o presidente da REN, José Penedos, que, contudo, não assegurou que esse objectivo será cumprido a 100%. "Não me obrigue a fazer promessas que posso não cumprir", afirmou. Já a possibilidade de enterrar as linhas de alta tensão foi descartada. "É um problema internacional. Não podemos enterrar linhas quando outros países as têm no ar e não há evidências de que interfiram com a actividade humana", disse." [notícia integral]

«REN investe 1,43 mil milhões até 2014 para reforçar segurança do abastecimento»

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No Diário Económico: "O pacote de investimentos será objecto de discussão pública. O objectivo último é evitar contestações à instalação das futuras redes de alta tensão. A REN prepara-se para investir 1,43 mil milhões de euros entre 2009 e 2014 no desenvolvimento e modernização da rede nacional de transporte de electricidade, anunciou ontem, no Porto, José Penedos, presidente da empresa." [notícia integral]

terça-feira, 11 de março de 2008

«Energia: REN garante empenho em minimizar impacto das novas linhas previstas até 2014»

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Na Lusa: "Porto, 11 Mar (Lusa) - O presidente da REN garantiu hoje que os 400 quilómetros de linhas eléctricas a construir entre 2009 e 2014 em Portugal ficarão tão distantes quanto possível dos aglomerados populacionais, para minimizar qualquer impacte negativo. "A REN - Redes Energéticas Nacionais não anda a perseguir as pessoas. A REN respeita-as, assim como respeita o ordenamento do território e a sustentabilidade", afirmou José Penedos, apelando a um "sentimento de segurança no convívio" com a empresa. Falando no Porto durante a apresentação do Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Transporte de Electricidade (PDIRT) da REN, o presidente da empresa destacou que o processo de consulta pública que decorrerá antes do arranque deste plano visa, precisamente, "fazer a erosão o mais profundamente possível de qualquer oposição às novas linhas". A decorrer durante o próximo mês, esta consulta pública dirige-se a todas as instituições e cidadãos interessados em participar no processo, desde entidades instituições com responsabilidades na área do ambiente a associações ambientais, comissões regionais de coordenação e autarquias. Depois de fechado o período de consulta - que inclui duas sessões públicas de discussão no Porto (hoje) e em Lisboa (sexta-feira) - a REN analisará os contributos apresentados de forma a entregar, até final de Julho, a versão definitiva do PDIRT à Direcção Geral de Energia." [notícia integral]

Outras notícias:
TVNET: REN: Linhas vão ficar distantes das povoações

«Estudos sobre perigos de muita alta tensão não são claros»

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Na RTP: "Apesar da polémica sobre as linhas de alta tensão não há ainda estudos que sustentem uma relação directa entre a proximidade das linhas e uma maior mortalidade." [vídeo]

«REN vai continuar a construir linhas de muito alta tensão»

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Na RTP: "O programa de investimentos a 10 anos, apresentado esta manhã, contempla a criação de 10 novas sub-estações e um investimento de mil e 400 milhões de euros." [vídeo]

«Linha de alta tensão em Almada decidida em Tribunal»

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No Setúbal na Rede: "A Rede Eléctrica Nacional (REN) pediu uma providência cautelar contra a Câmara Municipal de Almada de forma a "garantir a conclusão" da nova linha de muito alta tensão entre Fernão Ferro e Trafaria, uma infra-estrutura que é considerada, por lei, de interesse público, informa a REN em comunicado de imprensa. A REN solicita ao Tribunal Central e Administrativo de Almada a "nulidade das deliberações da Assembleia Municipal, que pretendem impedir a colocação de postes em terrenos públicos", afirmando que "esta infra-estrutura contribuirá decisivamente para o reforço do abastecimento de energia a toda a península de Setúbal e ao concelho de Almada", apoiando as subestações da EDP de Almada e da Sobreda e "permite dar resposta aos aumentos de consumo de energia que se têm verificado nesta zona do país". [notícia integral]

«REN coloca em discussão pública plano de expansão de redes até 2019»

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No Diário de Notícias: "A REN - Redes Energéticas Nacionais vai apresentar hoje, no Porto, um plano de expansão, até 2019, das redes de transporte de electricidade em muito alta tensão, um documento que estará em discussão pública durante 30 dias, e o primeiro a ser elaborado com base numa avaliação de impacto ambiental estratégica, desenvolvida pela empresa com a assessoria do Instituto Superior Técnico (IST). Um novo método de definição de projectos, por forma a evitar também mais protestos contra a alta tensão, tal como reconhece José Penedos, o presidente da empresa. O plano prevê 15 ligações de rede mais relevantes e a construção de 20 subestações. Uma parte das ligações serão executadas, no âmbito do plano de investimentos para o período entre 2009 e 2014, que também será apresentado amanhã. A outra parte é para realizar até ao final da próxima década. Os projectos a desenvolver na rede de transporte de electricidade até 2014 deverão representar um investimento global de 1,4 mil milhões de euros, adiantou o responsável da empresa. Um valor que não varia muito do apresentado no plano até 2012, garantiu." [notícia integral]